sexta-feira, 27 de janeiro de 2012


Sapo Cururu não tinha sapato para ir a festa foi ao sapateiro encomendar um sapatasapo para seus pés .
Sapateando pela poça com sapato novo um pé de valsa Cururu cantou tão feliz que brilhou o astro sapo.Mônica Rocha

terça-feira, 24 de janeiro de 2012




Meu querido diário um jeito de ser Carioca!Quando não é o Bueiro... a obra
    Maria CDD!  
 MônicaRocha                      

Curupaco papaco escrita sonora:  Habilidade de uma mão que a precisão é virtuosa ...

Curupaco papaco escrita sonora:
Habilidade de uma mão que a precisão é virtuosa
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: Habilidade de uma mão que a precisão é virtuosa Joacir Rios. Joacir Rios mora a mais 40 anos na Cidade de Deus é o que se chama de lu...

domingo, 22 de janeiro de 2012


 Habilidade de uma mão que a precisão é virtuosa Joacir Rios.
Joacir Rios mora a mais 40 anos na Cidade de Deus é o que se chama de luthier de mão cheia e ouvido apurado. O violão que passa pela mão do Joacir ganha uma superior qualidade é coisa de mestre.É como o bom café só percebe quem desenvolve o paladar com o tempo[diz Joacir sobre a afinação] Eu mantenho sempre meu violão bem afinado quando sai um pouquinho daquele padrão meu ouvido já acusa.

Consertando violas , sanfonas,cavaquinho uns de mais de [60 anos] e reciclando matérias do lixo que os catadores de material reciclado levam para Joacir comprar um violão quebrado ou um aparelho que eles desmontam aproveitam todas as peças : parafuso, molas da eletrônica para os instrumentos musicais é um pequeno pulo que os instrumentos estão vindo com uma parte elétrica boa mas a madeira do violão antigo é igual a nossa brasileira superior. A sonoridade de uma madeira de lei ou madeira maciça é outra.

 
Com a viola caipira de dez corda Joacir manda o seu recado no braço da viola.
A natureza não é esquecida pelo violeiro caipira perto dele tem muitas plantas é a prova que sua mão em tudo que toca da muito frutos é a horta a ceu aberto na calçada da CDD travessa vinte sete °10.Habilidade de uma mão que a precisão é virtuosa Joacir Rios u  luthier caipira. Mônica Rocha

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012


Maria CDD! Jovem de 14 anos moradora da Cidade de Deus.
Seu pai José trabalhador  pedreiro casado com Claudinete caprichosa cabeleireira. Tem três filhos Maria CDD [caçula], Valdinei com 18 anos que é o braço direito da mãe no salão,Pedro o mais velho orgulho da família faz faculdade de comunicação social [acaba influenciando Maria a ter uma visão crítica. Mora com eles seu Dioclécio pai de Claudinete motorista aposentado compositor da escola de Samba.




terça-feira, 17 de janeiro de 2012



U.Q.2011

Ai que saudade Amara conectada , Inovando cada vez mais é claro que "não esperava por menos".Docs.Etc. e tal
que saudade que bate, Marcelo .A . teatrando?É a dramaturgia?Joana Manguinho ou Botafogo?.
 se não tiver outro jeito te vejo, no sarau,Orkut.e Sou Flamengo Rosângela.
Haroldoé de lei aqui na D' DeusGraçade saberes,autoestima,sambar, fala no pé.
Primeiro...Universidade das Quebradas de ferias que nada!
a oportunidade que ainda é escassa, Carpes/downloads...
férias aonde Paris? Vou à Paraíba.
Envio torpedo semana de 22
Tchau Pessoa
Rosalina
Anima

  
Dois,hum...

QUE DIMINUA AS FRONTEIRAS DA LIVRE EXPRESSÃO, PRECONCEITOS, BLA, BLA,BLA
Anick, Marcelo Guedes,Numa Ciro, HeloísaJessica,L.Firmino, Feijah,vejam...
ACESSANDO:possibilidade,conquistando inclusão,uau,ui aproximação
U.Quebrada não é só o lugarÉ qualquer espaço de produção de idéias. 
Lá na:biblioteca.d/Manguinhos, FACEBOOK, MAIL,BLOG, OU PRAÇA, EQUIPAMENTO CULTURAL.
Autonomia -legitimada sustentabilidade-arte
 mil caracteres aula de Uruba em anexo
U.Q. x tudo
+

  Três...Mes me perdoe mas eu sou é do Rio
Se digo que Tô dentro U.quebradas.com.br E que no labirinto  tenho que matar 1 minotauro por dia  
Pode chorar bua,se descalelar Beá, Beá§.”U.Quebradas” já é público, patrimônio da favela tá escrito.
É vespeiro fica ligado ela gosta diz: H.Holanda
Performática Numa.C. assista . youtube
Alternativo Haroldo sinistro
Antropofagia
penetrável
ochente!&.A
Mônica.R
@Sei
Do babado
U.Q?
Q


íntegra o Manifesto Pau-Brasil

Leia na íntegra o Manifesto Pau-Brasil
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado em 1924 no jornal "O Correio da Manhã", enfatizava a necessidade de criar uma arte baseada nas características do povo brasileiro, com absorção crítica da modernidade européia. Além de ter provocado discussões sobre o surgimento da consciência nacional, o Manifesto Pau-Brasil conseguiu atualizá-la; rediscutindo a realidade com uma linguagem novíssima.

"A poesia existe nos fatos. Os casebres de açafrão e de ocre nos verdes da Favela, sob o azul cabralino, são fatos estéticos.

O Carnaval no Rio é o acontecimento religioso da raça. Pau-Brasil. Wagner submerge ante os cordões de Botafogo. Bárbaro e nosso. A formação étnica rica. Riqueza vegetal. O minério. A cozinha. O vatapá, o ouro e a dança.

Toda a história bandeirante e a história comercial do Brasil. O lado doutor, o lado citações, o lado autores conhecidos. Comovente. Rui Barbosa: uma cartola na Senegâmbia. Tudo revertendo em riqueza. A riqueza dos bailes e das frases feitas. Negras de Jockey. Odaliscas no Catumbi. Falar difícil.

O lado doutor. Fatalidade do primeiro branco aportado e dominando politicamente as selvas selvagens. O bacharel. Não podemos deixar de ser doutos. Doutores. País de dores anônimas, de doutores anônimos. O Império foi assim. Eruditamos tudo. Esquecemos o gavião de penacho.

A nunca exportação de poesia. A poesia anda oculta nos cipós maliciosos da sabedoria. Nas lianas da saudade universitária.

Mas houve um estouro nos aprendimentos. Os homens que sabiam tudo se deformaram como borrachas sopradas. Rebentaram.

A volta à especialização. Filósofos fazendo filosofia, críticos, critica, donas de casa tratando de cozinha.

A Poesia para os poetas. Alegria dos que não sabem e descobrem.

Tinha havido a inversão de tudo, a invasão de tudo : o teatro de tese e a luta no palco entre morais e imorais. A tese deve ser decidida em guerra de sociólogos, de homens de lei, gordos e dourados como Corpus Juris.

Ágil o teatro, filho do saltimbanco. Agil e ilógico. Ágil o romance, nascido da invenção. Ágil a poesia.

A poesia Pau-Brasil. Ágil e cândida. Como uma criança.

Uma sugestão de Blaise Cendrars : - Tendes as locomotivas cheias, ides partir. Um negro gira a manivela do desvio rotativo em que estais. O menor descuido vos fará partir na direção oposta ao vosso destino.

Contra o gabinetismo, a prática culta da vida. Engenheiros em vez de jurisconsultos, perdidos como chineses na genealogia das idéias.

A língua sem arcaísmos, sem erudição. Natural e neológica. A contribuição milionária de todos os erros. Como falamos. Como somos.

Não há luta na terra de vocações acadêmicas. Há só fardas. Os futuristas e os outros.

Uma única luta - a luta pelo caminho. Dividamos: Poesia de importação. E a Poesia Pau-Brasil, de exportação.

Houve um fenômeno de democratização estética nas cinco partes sábias do mundo. Instituíra-se o naturalismo. Copiar. Quadros de carneiros que não fosse lã mesmo, não prestava. A interpretação no dicionário oral das Escolas de Belas Artes queria dizer reproduzir igualzinho... Veio a pirogravura. As meninas de todos os lares ficaram artistas. Apareceu a máquina fotográfica. E com todas as prerrogativas do cabelo grande, da caspa e da misteriosa genialidade de olho virado - o artista fotógrafo.

Na música, o piano invadiu as saletas nuas, de folhinha na parede. Todas as meninas ficaram pianistas. Surgiu o piano de manivela, o piano de patas. A pleyela. E a ironia eslava compôs para a pleyela. Stravinski.

A estatuária andou atrás. As procissões saíram novinhas das fábricas.

Só não se inventou uma máquina de fazer versos - já havia o poeta parnasiano.

Ora, a revolução indicou apenas que a arte voltava para as elites. E as elites começaram desmanchando. Duas fases: 1º) a deformação através do impressionismo, a fragmentação, o caos voluntário. De Cézanne e Malarmé, Rodin e Debussy até agora. 2º) o lirismo, a apresentação no templo, os materiais, a inocência construtiva.

O Brasil profiteur. O Brasil doutor. E a coincidência da primeira construção brasileira no movimento de reconstrução geral. Poesia Pau-Brasil.

Como a época é miraculosa, as leis nasceram do próprio rotamento dinâmico dos fatores destrutivos.

A síntese

O equilíbrio

O acabamento de carrosserie

A invenção

A surpresa

Uma nova perspectiva

Uma nova escala.

Qualquer esforço natural nesse sentido será bom. Poesia Pau-Brasil

O trabalho contra o detalhe naturalista - pela síntese; contra a morbidez romântica - pelo equilíbrio geômetra e pelo acabamento técnico; contra a cópia, pela invenção e pela surpresa.

Uma nova perspectiva.

A outra, a de Paolo Ucello criou o naturalismo de apogeu. Era uma ilusão ética. Os objetos distantes não diminuíam. Era uma lei de aparência. Ora, o momento é de reação à aparência. Reação à cópia. Substituir a perspectiva visual e naturalista por uma perspectiva de outra ordem: sentimental, intelectual, irônica, ingênua.

Uma nova escala:

A outra, a de um mundo proporcionado e catalogado com letras nos livros, crianças nos colos. O redame produzindo letras maiores que torres. E as novas formas da indústria, da viação, da aviação. Postes. Gasômetros Rails.

Laboratórios e oficinas técnicas. Vozes e tics de fios e ondas e fulgurações. Estrelas familiarizadas com negativos fotográficos. O correspondente da surpresa física em arte.

A reação contra o assunto invasor, diverso da finalidade. A peça de tese era um arranjo monstruoso. O romance de idéias, uma mistura. O quadro histórico, uma aberração. A escultura eloquente, um pavor sem sentido.

Nossa época anuncia a volta ao sentido puro.

Um quadro são linhas e cores. A estatuária são volumes sob a luz.

A Poesia Pau-Brasil é uma sala de jantar domingueira, com passarinhos cantando na mata resumida das gaiolas, um sujeito magro compondo uma valsa para flauta e a Maricota lendo o jornal. No jornal anda todo o presente.

Nenhuma fórmula para a contemporânea expressão do mundo. Ver com olhos livres.

Temos a base dupla e presente - a floresta e a escola. A raça crédula e dualista e a geometria, a algebra e a química logo depois da mamadeira e do chá de erva-doce. Um misto de "dorme nenê que o bicho vem pegá" e de equações.

Uma visão que bata nos cilindros dos moinhos, nas turbinas elétricas; nas usinas produtoras, nas questões cambiais, sem perder de vista o Museu Nacional. Pau-Brasil.

Obuses de elevadores, cubos de arranha-céus e a sábia preguiça solar. A reza. O Carnaval. A energia íntima. O sabiá. A hospitalidade um pouco sensual, amorosa. A saudade dos pajés e os campos de aviação militar. Pau-Brasil.

O trabalho da geração futurista foi ciclópico. Acertar o relógio império da literatura nacional.

Realizada essa etapa, o problema é outro. Ser regional e puro em sua época.

O estado de inocência substituindo o estada de graça que pode ser uma atitude do espírito.

O contrapeso da originalidade nativa para inutilizar a adesão acadêmica.

A reação contra todas as indigestões de sabedoria. O melhor de nossa tradição lírica. O melhor de nossa demonstração moderna.

Apenas brasileiros de nossa época. O necessário de química, de mecânica, de economia e de balística. Tudo digerido. Sem meeting cultural. Práticos. Experimentais. Poetas. Sem reminiscências livrescas. Sem comparações de apoio. Sem pesquisa etimológica. Sem ontologia.

Bárbaros, crédulos, pitorescos e meigos. Leitores de jornais. Pau-Brasil. A floresta e a escola. O Museu Nacional. A cozinha, o minério e a dança. A vegetação. Pau-Brasil."



Orquestra Binária dos Filhos de Ben

Aqui estão dados Sequestrados os aquivos da Maior Banda persistentes que existe no território do RJ ou Teimosos.
Foto do perfil
A Orchestra Binária dos Filhos de Ben
Uma força pro projeto do camarada Helder Dutra no núcleo coletivo a Zona Oeste [Cidade de Deus/ Jacarepaguá] , quem puder baixar pra conhecer e compartilhar agradeço muito.
"A Orchestra Binária dos Filhos de Ben, após 6 seis anos de
A Orchestra não é uma banda de amigos que se juntaram pra fazer um som. É uma intenção de suplantar o samba enquanto brisa, e aquecer os tambores com o mormaço das periferias do Rio. O núcleo da Orchestra Binária é formada por Helder, Márcio e Rafael. No entanto, todos os Filhos de Ben compõe essa...
"A Orchestra Binária dos Filhos de Ben,determinação pesquisa de música um estilo antes de mais nada inovador. Na estética da voz, ecos contemporâneos, instrumentos por eles escolhidos ,violão antigo com sonoridade indiscutivelmente superior, letras fortes , do cotidiano , parece pequenas cônicas do nosso urbano RJ.
fugindo do esteriótipo das bandas de periferia, assumindo o universo de personagem popular, simplesmente exploram possibilidades do mundo de jovem digital, dando golpes de ar a autenticas musicabinária, instigante.
Musica antropofágica é canibalismo vibracional do som da música dos Filhos de Ben ."
Mônica Rocha

Henri Cartier-Bresson (1908-2004

Henri Cartier-Bresson (1908-2004
Um evento é tão rico que dá-se voltas em torno dele enquanto se desenvolve. Procura-se a sua solução.

Bresson

Bresson

Henri Cartier-Bresson (1908-2004

"Fotografar é uma operação progressiva da cabeça, do olho e do coração para exprimir um problema, fixar um evento ou impressões. Um evento é tão rico que dá-se voltas em torno dele enquanto se desenvolve. Procura-se a sua solução. Às vezes encontra-se em alguns segundos, às vezes ela demanda horas ou dias; não existe solução padrão; nada de receitas; é preciso estar pronto, como para o tênis. A realidade nos oferece uma tal abundância que devemos cortar ao vivo, simplificar, mas corta-se sempre o que é preciso cortar? É necessário alcançar, trabalhando, a consciência do que se faz. Algumas vezes, a gente tem a impressão de que tirou a fotografia mais forte e, contudo, continua a fotografar, sem poder prever com certeza como o evento continuará a desenvolver-se. Será preciso evitar metralhar, fotografar rápido e maquinalmente, sobrecarregar-se assim de esboços inúteis, que entulharão a memória e perturbarão a nitidez do conjunto." - Henri Cartier-Bresson O imaginário segundo a natureza é a primeira recopilação, em um único volume, dos textos mais significativos de Cartier-Bresson (Chanteloup, 1908), entre eles “O instante decisivo” e “Os europeus”. Também inclui artigos que destilam com a mesma intensidade e imediatidade visual suas viagens a Moscou e China, ou os que dedica a seus amigos André Breton, Alberto Giacometti ou Jean Renoir.

Henri Cartier-Bresson (1908-2004) nasceu em Chanteloup, França, no seio de uma família abastada que lhe imbuiu o gosto pela arte. Em 1932 André Vogel publicou a primeira reportagem de Bresson na revista Vu e nesse mesmo ano expôs na galeria Julien Levy em Nova York.

Em 1937 começou a trabalhar para várias revistas e jornais como designer. Durante a 2a Guerra Mundial foi chamado ao front para trabalhar na Unidade de Cinema do exército francês e em 1940 foi preso pelos alemães, embora logo depois tenha escapado: posteriormente foi militante de organizações clandestinas francesas. Em 1947 confundou em Nova York a agência Magnum junto a Robert Capa, David Seymour e Georges Rodger. Até 1950 viajou pela Europa, Ásia e a antiga URSS, realizando reportagens para as grandes revistas internacionais.

Em 1966 abandonou a Magnum para se dedicar à pintura e ao desenho. Em agosto de 2004 morre em Montjustin, na Provença francesa. A Fondation Henri Cartier-Bresson, criada por ele no ano 2000, dedica-se atualmente a expor a sua obra e a de outros artistas.